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Nos estudos relacionados às teorias da psicologia e aos arquétipos perceptuais, a cor é vista com uma linguagem própria. Entender a percepção humana em relação à cor passa, obrigatoriamente, pela compreensão do simbólico, o que faz com que ela seja mais do que um mecanismo fisiológico e um fenômeno físico.

No estudo do simbolismo das cores, a origem de sua compreensão é importante para se entender os aspectos culturais e psicológicos, que resultam na abordagem do assunto nos dias atuais.

Desde a antiguidade, seja no Oriente ou no Ocidente, as cores são colocadas como símbolos divinos e surgem como parte de três línguas distintas: a divina, a sagrada e a profana.
















O vermelho é uma cor estimulante e excitante, possui associação positiva para a paixão, força, atividade e aconchego e uma negativa para agressividade, raiva, intensidade e sangue. A sua agressividade masculina é sempre ligada ao combate, dominação e rebelião. 

Também significa vida, provavelmente devido a ligação com o sangue. É a cor do amor. Na antiga mitologia grega, as roupas vermelhas significavam o sacrifício e o amor. O mais puro vermelho pode ser facilmente ativo ou passivo, devido ao seu estado central entre o amarelo e o azul. 










Segundo Goethe, a emoção que esta cor transmite, é ao mesmo tempo, de gravidade e dignidade, graça e atração, assim como amor, força e atividade, irradiando calor.










Fontes: http://acorsimplificada.com.br/ / http://www.significados.com.br/ 


Consumir menos, mas consumir com qualidade.

A ideia acima não é nada utópica e vem ganhando cada vez mais adeptos mundo afora, incluindo o Brasil. Não se trata de um modismo, mas de um novo comportamento que tem força suficiente para se tornar permanente.

Um perfil de consumo 'minimalista', clean e objetivo emerge em meio a um caos de informações e tendências. Onde tudo é válido, momentos de calma e sobriedade são raros e merecem ser valorizados.

Looks simples, possíveis de combinar com diversas peças e que dialogam entre si em composições que exigem o mínimo de esforço para acontecer.








 Na arquitetura esse mesmo movimento é sentido. Ora, nada mais natural do que o lugar onde se vive transmitir os mesmos ideais que as roupas que se veste.

Ambos são representações de uma personalidade e merecem a devida atenção.

Paredes brancas, inserções de madeira rústica, metal e plantas.














 


Esse é um perfil de consumo mais aberto culturalmente, hiperconectado e que entende seu papel como indivíduo que pode transformar o todo com pequenas e significativas ações.

Adeptos do DIY, gostam de preparar suas refeições e buscam alimentos naturais, frescos e com procedência certificada. A preocupação com a saúde é fundamental, bem como com o desenvolvimento sustentável da agricultura.

Nada de excessos, só o essencial. Mas tudo tem que ter qualidade.



Imagens: Pinterest / GQ / WWD







Falar de verão é falar de férias, sol, mar e viagens. Este último elemento serviu como ponto de partida para imaginar a coleção de verão 2016, sob a ótica de três amigas, de diferentes estilos, que saem para curtir a temporada mais quente do ano. Durante a viagem, as três cruzam o continente em busca de novas sensações, novos lugares e aprendem a combinar elementos do estilo uma da outra.

Segundo Paula Raquel Flores, estilista da Cristófoli, o tema é um clássico. "Quem nunca pegou peças do guarda roupas da amiga, mesmo ela tendo um perfil diferente do seu?” Cada amiga leva uma mala consigo durante a viagem e as três vão trocando e emprestando suas roupas, compartilhando seu estilo, sua personalidade.




O primeiro estilo é definido como Ethnic Spirit, sinalizando a força dos anos 70 e do movimento Woodstock. Pontuado por referências românticas, o estilo reforça a presença das sandálias com amarrações, gladiadoras, maxi plataformas, anabelas, espadrilles, avarcas e o retorno dos clogs. Na cartela de cores, foco nos terrosos, off white e naturais.

O segundo estilo, "a amiga fashion victim", tem referências high-tech com um toque sexy. A estética é sofisticada com formas limpas e elementos esportivos. Materiais holográficos, telados geométricos e solados brancos reforçam esse visual futurista, nomeando o tema de "Urban Sport".

Fechando o leque de estilos, temos a "amiga clássica". Chamado de "Glam Utility", este tema pega carona nos elementos militares. Tradicionalmente invernais tais elementos aparecem mais leves em sandálias de amarração com tiras largas, mules e modelagens slide, muito práticas. Nas cores, toques de verde oliva, tonalidades neutras e metalizados envelhecidos. 






"A coleção não limita o estilo de quem usa nossos modelos", comenta Danilo Cristófoli, Diretor de Marketing e Criação. "Hoje a mulher acorda romântica, transita por referências militares -que focam a praticidade - e termina a noite com uma sandália feita com materiais holográficos, fashion e atual. Essa versatilidade é um dos nossos carros-chefe".


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